E a Páscoa…
Está chegando a Páscoa e não trago boas novas..
Escrito por Zoador em March 28th, 2007.
Está chegando a Páscoa e não trago boas novas..
Escrito por Zoador em March 28th, 2007.
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença no gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não, o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como, quando encontram um(a) namorado(a) maravilhoso(a), quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dÃvidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo! Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito viva” e fresca no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques. Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Enfrente-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares tenham sido atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença. “Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”.Talvez você já tenha lido esse texto ou algum outro parecido, mas, acredito que cada pessoa está mais ou menos suscetÃvel e aberta a determinadas mensagens de acordo com o seu momento. Assim, estar exposta à mesma mensagem várias vezes ao longo de um perÃodo pode gerar impactos e reações bem diferentes. Quem sabe esse é um bom momento para alguns de nossos leitores. Afinal, já se passou um quarto do ano de 2007. Que tal fazer um mini-balanço e ver como andam os seus objetivos e metas? Pense se alguns tubarões não ajudariam você a se aproximar de seus sonhos.
Escrito por Zoador em March 27th, 2007.
Quem só apóia e deixa os subordinados brilhar é que faz a diferença na maioria dos casos, e por isso é quem sobe na empresa.
Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currÃculo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tÃnhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós querÃamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluÃsse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma.
E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de “paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino”. E o Raul ali, na terceira filha, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena ?
O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição ?
Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele,e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema ?
Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo,o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele.
Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável: ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar na sombra dos próprios subordinados, para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler,que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima.
“Qualquer tolo pode pintar um quadro. Mas só um gênio consegue vendê-lo”, costumava dizer Butler.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.
Escrito por Zoador em March 15th, 2007.

Lição de Gerenciamento: Nunca comece um projeto sem ter em mãos todos os recursos.
Escrito por Zoador em March 13th, 2007.

Muitas empresas caÃram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.
Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:
- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daà nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro ézero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saÃram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e
levantam vôo rapidamente. E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa.
Funcionou, mas não resolveu.
A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando.
Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito..
Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.
E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do
abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos.
Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar..
Foi aà que encontraram uma saltitante pulguinha:
- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?
- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.
- E por que é que estão com cara de famintas?
- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?
- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer: Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?
- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.
- O que as lesmas têm a ver com pulgas?
- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me deu o diagnóstico.
- E o que a lesma sugeriu fazer?
- “Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança”.
MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento
Escrito por Zoador em March 13th, 2007.
” Não tenho tudo que amo, mas foda-se”
“Eu atropelo Duendes”
“Velocidade controlada pelos buracos da Prefeitura”
“Este é um Porsche disfarçado” (verÃdico, já vi em um Fiat 147)
“Não me siga, também estou perdida”
“Aqui é como o World Trade Center, só entra avião!!!”
“Sexo demais prejudica a memória e outra coisa que não lembro agora.”
“Carro é só um meio de transporte…” (colado em um Corvette)
“Se rodar o guarda pega, se parar o banco toma…”
“Respeite a mulher do próximo, principalmente se o próximo estiver muito próximo.” (colado em um Gol)
“Eu sempre me importei com a beleza interior da mulher. Uma vez dentro……beleza!”
“99% da beleza feminina sai com água e sabão.”
“Comecei a beber por causa de uma mulher, e nunca tive a oportunidade de agradecê-la.”
“Não se esqueça, Jesus te ama. mas eu não!”
“Só o Ctrl+S salva”
“A inveja é uma merda” (colado em um Audi TT conversÃvel)
“Se você estiver sem calcinha, dá uma risadinha” (colado em uma pick-up)
“Sorria… sua mulher me ama.”
“Como estou dirigindo? Mal? Foda-se, o carro é meu!”
“Não sou palmeirense mas carrego sua torcida” (colado na traseira de um caminhão frigorÃfico)
“Mulher bonita é que nem melancia, impossÃvel comer sozinho.” (colado em um Vectra)
“Corno é assim mesmo… tudo que vê, lê!
Escrito por Zoador em March 13th, 2007.
Tim Sanders
Editora: Sextante
ISBN: 8575420585
Ano: 2003
Edição: 1
Número de páginas: 192
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
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(Meu livro preferido)
Ter um trabalho gratificante, ganhar o respeito e a amizade dos colegas, ser capaz de aprender sempre mais, fazer mais negócios, influenciar positivamente as pessoas — estes são os temas de O Amor É a Melhor Estratégia. Tim Sanders apresenta neste livro os três pilares do sucesso e da realização profissional: conhecimento (que você acumula com sua experiência e, principalmente, através da leitura), rede de relacionamentos (os amigos e contatos que já possui, mas que tem de cultivar) e compaixão (o calor umano que é capaz de transmitir aos outros). Ao desenvolver e compartilhar esses valores, você se torna uma valiosa fonte de informação, uma pessoa bem relacionada e generosa, alguém que lidera em vez de apenas seguir ordens, um profissional cheio de idéias, contatos e amigos. Um vencedor!Você está à procura de uma estratégia para ser, ao mesmo tempo, feliz e bem-sucedido na carreira ou nos negócios? Tim Sanders criou um método revolucionário, que vai mudar sua forma de ver o mundo e abrir novas e promissoras perspectivas para a sua vida. Para ele, não é preciso matar ou morrer para ter sucesso. O amor é a melhor estratégia para quem quer construir um futuro melhor.
Aproveire e leia para entender o que o autor diz quando se refere ao termo ‘lovecat’.
O autor:
Tim Sanders é responsável pelo núcleo de criação conceitual do Yahoo!, que cria grandes parcerias com empresas da Fortune 500 (a lista das 500 maiores companhias sediadas nos Estados Unidos, divulgada todos os anos pela revista Fortune). Ele é especialista em marketing de relacionamento e estratégias para a Internet. Sanders mora na Califórnia.
Procure em um Sebo para comprar seu livro ou na submarino.
Escrito por Zoador em March 2nd, 2007.