Dicas da semana da Formiga
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Arquivos da categoria: Ajuda e reflexão

Lição Corporativas III

Um padre está dirigindo por uma estrada quando vê uma freira em pé no acostamento.
Ele pára e oferece uma carona, que a freira aceita.
Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas.
O padre se descontrola e quase bate com o carro.
Depois de conseguir controlar o carro e evitar o acidente, ele não resiste e coloca a mão na perna da freira.
A freira olha para ele e diz:
” Padre, lembre-se do Salmo 129!!! ” …
O padre sem graça se desculpa:
“Desculpe, Irmã, a carne é fraca ” …
E tira a mão da perna da freira. Mais uma vez a freira diz:
” Padre, lembre-se do Salmo129 !!! ” …
Chegando ao convento a freira agradece e, com um sorriso enigmático, descendo carro, vai se dirigindo para o convento.
Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz:
“Vá em frente, persista, mais acima você vai encontrar a glória”.

Moral da História: Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, você pode perder grandes oportunidades!!!

Escrito por Zoador em April 25th, 2007.

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Lição Corporativas II

Na África todas manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva.
Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.

Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr!

Escrito por Zoador em April 25th, 2007.

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Lição Corporativas I

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando.
A campainha da porta toca.
Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho em pé na soleira.
Antes que ela possa dizer qualquer coisa, diz:
“Eu lhe dou 800 reais se você deixar cair esta toalha!!!”
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua.
Bob então entrega a ela os R$800 prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:
“Quem era???”
“Era o vizinho.” - diz ela ..
“Ótimo !!! Ele lhe deu os R$800 que ele estava me devendo ???

Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!

Escrito por Zoador em April 25th, 2007.

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A importância do "não sei" (MAX GEHRINGER)

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena: você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali… aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

- Será que vai chover hoje???

- Se você responder “com certeza”…a sua área é Vendas:
- o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

- Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua área é Marketing:
- o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

- Se você responder “sim há uma boa probabilidade”…você é da área de Engenharia:
- o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

- Se a resposta for “depende”…você nasceu para Recursos Humanos:
- uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

- Se você responder “ah, a meteorologia diz que não”…você é da área de Contabilidade:
- o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.

- Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva”:
- então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder “não sei”…há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

Não sei, é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.

Parece simples, mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa, por quê?

Eu sinceramente “não sei”.

Escrito por Zoador em April 24th, 2007.

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Pequenas Coisas

Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal:

Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos.

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.
Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:
“- Bem-vindo ao Venetia!”
Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto.
E impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado.
Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então.
Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.
Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!
Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era mesmo!
Como eles podiam saber desse detalhe?
De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. “Mas, como pode?! É o meu jornal!
Como eles adivinharam?”
Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.
O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?
Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.
Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje.
Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas.
O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!
Isto vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento) enfim pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para
quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia e na maioria das vezes passamos despercebidos.

Escrito por Zoador em April 20th, 2007.

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A História do lápis

Trajetória

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

“Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade”.

“Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.”

“Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.

“Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.”

“Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”.

Escrito por Zoador em April 20th, 2007.

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O que é .. HIPOCRISIA (MAX GEHRINGER)

É representar um papel levando em conta as prioridades pessoais

Fábula à grega em dois atos.
Personagens: o Gafanhoto Estressado e a Aranha Bem-Intencionada.

Cena um: o Gafanhoto tenta convencer a Aranha de que um colega de trabalho dos dois, o Camaleão, é um hipócrita de carteirinha.
– Esse Camaleão é um fingido, Aranha. Sempre mudando de cor conforme a ocasião.
– Mas essa não seria só a natureza dele, Gafanhoto? Ele não foi criado desse jeito?
– Nada! Antigamente, ele fazia o mesmo que nós, dava duro para levar a vida. Depois, virou esse artista em tempo integral, sempre escondido atrás de disfarces e artimanhas.
– Mas por que ele faria isso?
– Para tirar proveito da situação. Ele fica ali, na moita, com aquela cara inofensiva, mas, na primeira oportunidade, abocanha os descuidados.
– Puxa, é verdade. E eu, que passo horas tecendo a minha teia, no maior capricho…
– E eu, que fico pulando de um lado para outro sem parar? É por isso que vivo estressado. Se me distraio, o Camaleão solta a língua e me pega.
– É mesmo. Se você não me abre os oito olhos, eu nunca teria pensado nisso.
– Porque você é singela e bem-intencionada. Sabe como chama o que o Camaleão está fazendo? Competição desleal no ambiente de trabalho!
– Faz sentido. Você é um sábio, Gafanhoto.
– Obrigado, Aranha. Mas o ponto é que não podemos, nunca, confiar no Camaleão.
– Será que não haveria um jeito de neutralizá-lo? Bom, para nosso benefício mútuo, eu acho que tenho um plano infalível.
– Tem?
– Tenho. Escute…
Intervalo: se os antigos gregos não tivessem inventado as fábulas, a democracia e a filosofia (e, ademais, sacado que a soma do quadrado dos catetos era igual ao quadrado da hipotenusa), ainda assim eles teriam entrado para a história por sua habilidade para criar palavras. Como “hipotenusa”. Ou “hipocrisia”, termo que significa “abaixo da decisão”. Hipócrita, no teatro grego, era a maneira como o povo se referia ao ator que representava sem nunca tomar decisões sobre o texto. E seu talento estava em convencer a platéia de que ele não era ele mesmo, mas sim aquele personagem ali no palco. Milênios se passaram e não surgiu palavra melhor para definir os hipócritas modernos, que continuam tão dissimulados quanto seus ancestrais. A diferença é que os hipócritas evoluíram. Agora, eles criam seus próprios
diálogos. Por isso, no palco corporativo, a sobrevivência profissional depende da sensibilidade para identificar os personagens que estão contracenando conosco. O Estressado, que ninguém aprecia muito, pelo menos é sincero ao manifestar seus sentimentos. O que nem sempre é o caso do colega aparentemente bem-intencionado, em quem depositamos toda confiança e para quem abrimos nosso coração.

Cena dois: o Gafanhoto se aproxima para escutar o plano da Aranha. E se enrosca na teia.
Imediatamente, ela o pica e começa a embrulhá-lo para o almoço.
– O que você está fazendo, Aranha? Nós não somos colegas e parceiros?
– Não leve a mal, meu caro Gafanhoto, mas essa é a lei aqui da selva: boa intenção é uma coisa e prioridade pessoal é outra…

Escrito por Zoador em April 20th, 2007.

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Qualidade de Vida, É possível fazer diferente?

O que é qualidade de vida? E o que é qualidade de vida para você? De que forma suas escolhas individuais impactam sua qualidade de vida?

Se alguma vez você já fez esse tipo de reflexão é um bom primeiro passo. Peço neste momento que você faça uma escolha. Conceda-se cinco minutos para ler esta matéria e responder ao questionário no final.

Atualmente, há um grande movimento na Europa chamado Slow Food. O que esse movimento prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, “curtindo” o seu preparo, no convívio com amigos e família, sem pressa e com qualidade.

A idéia é se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida. A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food saiu do ambiente gastronômico e começa a invadir as organizações. A edição européia de julho da revista Newsweek salienta o surgimento de um movimento chamado de Slow Europe.

A base de tudo está no questionamento da pressa e da loucura geradas pelo apelo da “qualidade do ter” em contraposição à “qualidade do ser”. Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhando menos horas, são mais produtivos do que seus colegas americanos. A publicação registra também que desde que os Alemães instituíram uma carga horária semanal menor, sua produtividade cresceu 20%.

Portanto, essa atitude “sem-pressa” não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer melhor – com mais qualidade, atenção aos detalhes, menos retrabalho, menos stress.

Significa retomar os valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade do viver, do respeito a si mesmo e ao próximo, do entendimento real da diversidade. Significa um ambiente de trabalho inspirador, mais “leve” e, por conseqüência, mais produtivo – no qual seres humanos mais felizes fazem com prazer o que sabem fazer de melhor.

Será que os velhos ditados “devagar se vai ao longe” ou ainda “a pressa é inimiga da perfeição” não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura?

Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, estão sempre atrasados, nunca conseguem fazer o que se propõem no tempo estimado. Nunca se dão a chance de parar para refletir. Para outros, o tempo demora a passar, ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que ainda é o único tempo que existe. O tempo que todos têm é igual. Ninguém tem mais nem menos de 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz com o seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque como disse Jonh Lennon “a vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro”.

Escrito por Zoador em April 14th, 2007.

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Trechos da Palestra de Brian Dyson - ex-Presidente da Coca-Cola

”Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida. Como?
• Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
• Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios.
• Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
• Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.
• Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais.
• Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
• Não temam admitir que não são perfeitos.
• Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
• Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!
• Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.
• Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.
• Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar. A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo. Lembrem-se: Ontem é historia. Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva. Por isso se chama “presente”.
Se vocês quiserem, passem este recado para as pessoas que são importantes para vocês, porque segundo Brian sugeriu: “apeguem-se às coisas que são queridas ao seu coração (entre elas os amigos). Sem elas a vida carece de sentido.”

Escrito por Zoador em April 11th, 2007.

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